
História do Ativa
O ATIVA – Grupo de Pesquisa em Comunicação, Inovação Social e Tecnologias Digitais nasce da trajetória de pesquisadores inquietos diante das transformações do jornalismo, da ciência e da sociedade contemporânea. Mais do que um grupo institucionalizado, o ATIVA surge como resultado de um percurso construído ao longo de décadas de experiências acadêmicas, profissionais e humanas ligadas à comunicação, à pesquisa científica e ao compromisso social com a Amazônia.
A origem do grupo está diretamente relacionada às trajetórias da Profa. Dra. Cristiane Barbosa e Prof. Dr. Ulysses Varela, pesquisadores com atuação no campo do jornalismo, especialmente nas áreas de divulgação científica, jornalismo científico, jornalismo especializado e comunicação pública da ciência. Ao longo desse percurso, consolidou-se uma preocupação permanente com a circulação social do conhecimento, com os desafios da informação em contextos amazônicos e com os impactos das tecnologias digitais sobre os modos de produzir, compartilhar e compreender a realidade.
Nos últimos anos, especialmente durante o período de pós-doutoramento de uma das líderes, profa. Cristiane, amadureceu a ideia de criar um espaço coletivo de investigação científica capaz de integrar diferentes olhares, experiências e gerações de pesquisadores. Em diálogo contínuo com o Prof. Dr. Ulysses do Nascimento Varela, o projeto do grupo foi sendo desenhado a partir de interesses convergentes em torno da cultura digital, das transformações sociotécnicas da comunicação, da inteligência artificial, da inovação social e das novas dinâmicas da informação em rede.
Desse movimento nasce o ATIVA: um grupo pensado para ser plural, colaborativo e interdisciplinar, reunindo pesquisadores, estudantes e colaboradores interessados em compreender criticamente as relações entre comunicação, tecnologias digitais, ciência e sociedade.
Institucionalizado em abril de 2026 junto à Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, o ATIVA está vinculado à Faculdade de Informação e Comunicação (FIC/UFAM).
Desde sua criação, o grupo assume como horizonte o fortalecimento de pesquisas voltadas ao jornalismo científico, ao jornalismo ambiental, à comunicação pública da ciência, às transformações digitais da comunicação e às práticas de inovação social e tecnológica em contextos amazônicos.
O ATIVA também nasce inspirado pela ideia de uma ciência construída de forma compartilhada. Sua proposta de gestão coletiva valoriza o protagonismo de todos os integrantes (pesquisadores, estudantes de graduação, mestrado e colaboradores) reconhecendo que o conhecimento se constrói no encontro entre experiências, escutas, territórios e sensibilidades diversas.
Em um tempo marcado pela aceleração tecnológica, pela circulação intensa de informações e pelos desafios éticos da inteligência artificial, o grupo busca produzir pesquisas comprometidas não apenas com a excelência acadêmica, mas também com a responsabilidade social, a democratização do conhecimento e o fortalecimento de práticas comunicacionais mais humanas, críticas e inclusivas.
Para além de investigar tecnologias, o ATIVA pretende compreender pessoas, relações e transformações. Seu compromisso é contribuir para que a comunicação e a ciência permaneçam como espaços de diálogo, imaginação e construção coletiva de futuros possíveis para a Amazônia e para a sociedade contemporânea.
O significado do nome ATIVA
Enquanto conceito, o nome ATIVA traduz a essência do grupo: movimento, ação, transformação e participação coletiva. O termo remete à ideia de uma pesquisa viva, conectada às urgências sociais, tecnológicas e ambientais do presente, comprometida com a produção de conhecimento crítico e socialmente relevante.
A sigla também representa os princípios que orientam a identidade do grupo:
A.T.I.V.A
Abordagens em Tecnologia, Inovação e Vozes Amazônicas
A expressão sintetiza o compromisso do grupo com pesquisas interdisciplinares voltadas às transformações da comunicação contemporânea, à inovação social e tecnológica, às dinâmicas da cultura digital e à valorização das múltiplas vozes, saberes e territórios amazônicos.
A proposta do grupo é atuar como um espaço ativo de formação, investigação científica e inovação, articulando ensino, pesquisa e extensão em torno dos desafios contemporâneos da comunicação e das tecnologias digitais.